3 Razões para Investir em Imóveis Comerciais para Alugar

Existem diversas razões para que você invista em imóveis para locação como fonte de renda, e de preferência que receba maior margem de lucro. Para isso, os melhores imóveis são os comerciais e galpões. Confira TRÊS bons motivos para escolher esses imóveis.

1 – Grande oferta de financiamentos imobiliários

Apesar de ainda haver uma grande carência de unidades habitacionais no país, a grande oferta de financiamentos imobiliários está fazendo com que muitos supostos inquilinos consigam facilidades para adquirir a casa própria. Dessa forma, dependendo da localidade e da classe social, pode estar mais difícil conseguir esses inquilinos.

2 – Tempo de contrato de locação

Uma grande vantagem para os proprietários de imóveis comerciais e galpões é o tempo de contrato de locação. Boas empresas não tem interesse em ficar mudando de local, já que criam suas clientelas, e como o contrato de locação para esse tipo de imóvel não responde à Lei do Inquilinato, o tempo contratado pode se estender. Grande parte dos contratos de imóveis comerciais é negociada com prazos de cinco, dez, até 20 anos. O que dá mais tranquilidade e também retorno.

3 – Lucro 

Como dito acima, quanto mais tempo de aluguel garantido, melhor. Já que a grande maioria das empresas não compra os grandes imóveis, apenas aluga, e o valor de aluguel é reajustado a cada ano, quanto mais tempo de aluguel, mais reajuste.

Enquanto a locação de uma casa rende em média de 0,6% a 0,8% do valor do imóvel por mês, a de um galpão fica entre 1,2% a 1,5%, é quase o dobro.

Mas, na hora de investir não se pode escolher sem critérios! Hoje em dia, para atender a tendência de mercado, as edificações precisam ser modernas, adaptadas e inteligentes. Os materiais devem ser de boa qualidade. As plantas devem ser modernas e atender às necessidades atuais das empresas. Por isso, antes de investir, o ideal é contratar uma assessoria especializada para não fazer uma escolha errada. E procurar uma construtora de confiança!

Esse Acabamento é feito do Quê?

O acabamento de uma construção, como de um imóvel, por exemplo, custa aproximadamente metade do preço da obra. E na mesma proporção, é o acabamento que ajuda a valorizar a casa ou apartamento. Por isso, é importante perguntar na hora de comprar um imóvel, até mesmo na planta, ou de construir: “Esse acabamento é feito do quê?”.

Quando se fala em construção, muitos vão logo pensando em cimento, areia, tijolos e calculando o preço. Mas ignorar os gastos com acabamento é um grande erro, e pode tornar o seu sonho de conquistar seu tão desejado imóvel em pesadelo.

O preço médio de uma construção de médio padrão em São Paulo, de acordo com Índices PINI de Custos, é de R$ 810,31 sem mão de obra. Os custos com louças, pisos, parede, entre tantos outros acabamentos, podem sair em média, R$ 1 mil por metro quadrado para um imóvel do mesmo padrão. Quanto mais refinada a obra, mas caro fica o acabamento.

Planejamento

O planejamento é uma fase indispensável em uma construção. É nesse momento que você decide o que fazer e como. Mesmo com pouco dinheiro, o ideal é contratar um bom arquiteto e engenheiro.

No momento do planejamento, será definido que materiais serão usados. Comprar material de acabamento sem planejamento pode resultar em grande diferença no orçamento de materiais previstos para a obra, gerar desperdício e prejuízo. Por isso, na hora de escolher, é preciso analisar:

  1. Ele agride o ambiente? Tem como substituir? Hoje há diversos materiais que podem ser utilizados sem comprometer o meio ambiente.
  2. Qual é a qualidade desse material?
  3. E o tempo de vida?
  4. Como é a manutenção?
  5. Esse material combina com o local onde vou construir?

Um ponto muito importante:

  1. Há mão de obra capacitada disponível para usar o material escolhido?

Abrir mão da etapa de planejamento pode significar seu dinheiro indo por água a baixo!

Mas, o que é acabamento?

O acabamento é a parte final da obra, como o próprio nome já sugere. A estrutura do imóvel e parte de alvenaria já estão prontas e neste momento as paredes são pintadas, são colocados os pisos, portas, fechaduras, azulejos, porcelanatos, louças de banheiro, pias torneiras, box de banheiros, gessos, iluminação e diversos outros detalhes responsável pela imagem e conforto da casa ou apartamento.

Devido a grande variedade de especialidades desta etapa, ela pode ser mais lenta e terá a presença de diversos profissionais circulando pela obra, como pintores, marceneiros etc.

Do que devo mais cuidar?

Depois de escolhido o material, o momento na hora da instalação é decisivo para a qualidade de seu acabamento e obra final. O acabamento, bem ou mal feito, vai interferir no valor do seu imóvel depois de finalizado, e um piso mal instalado pode te prejudicar, fazendo com que seu imóvel seja desvalorizado.

Assim como a escolha do material, a escolha do instalador é muito importante. É importante saber diferenciar um pedreiro de um ceramista, não é um pedreiro que coloca a cerâmica. A cerâmica é muito delicada e requer conhecimento específico, pois um corte errado pode fazer você perder uma peça toda. Apenas uma peça de cerâmica ou porcelanato pode custar mais de R$100,00.

A colocação dos revestimentos também deve ser valorizada, a argamassa ou rejunte utilizados devem ser escolhidos próprios para o material que será instalado, como pastilhas, vidros, porcelanato, reboco… E o nivelamento também deve ser bem observado, para que fique todas no mesmo nível.

Peças presas com silicones inapropriados também podem ser prejudiciais, não ficando bem presas ou fazendo com o que silicone mofe, como nos boxes de banheiro, por exemplo. O silicone mofado da à impressão de sujeira, deixando o ambiente feio e desvalorizado.

Então ao escolher seu imóvel preste atenção nos acabamentos se tem a qualidade que precisam para durar.

Você Sabe como Financiar um Imóvel?

Não? Então vamos a uma pequena aula: Vamos imaginar aqui que você quer comprar seu apartamento, sua tão sonhada casa própria, mas não tem o dinheiro do valor do imóvel.  Na hora de comprar um imóvel, seja casa, apartamento, ou até mesmo imóvel comercial, novo ou usado, você pode utilizar o financiamento para conseguir o crédito para o pagamento.

Como assim? 

O financiamento funciona da seguinte maneira: Você vai ao banco de sua preferência, e pede ao gerente a liberação do crédito que precisa para a compra do imóvel, se liberado, o banco paga ao vendedor do imóvel o valor que pediu para financiar, quitando a sua dívida com o vendedor. Então você vai pagar ao banco esse valor financiado, que é o valor do crédito adquirido, podendo ser o “preço” total do imóvel ou a quantidade restante se você já tiver algum valor para dar de entrada. É como se pegasse um dinheiro emprestado a vista e pagasse parcelado.

Mas durante o período de financiamento, que é o tempo que você vai levar para pagar o banco, o imóvel apesar de pertencer a você, não poderá ser negociado enquanto a dívida com o banco não estiver paga.

Diversos bancos oferecem esse serviço, então é legal pesquisar quais são as condições de financiamento, quais as taxas de juros cobradas, a duração do contrato, quanto do valor do imóvel pode ser financiado e até qual valor, para ver qual banco melhor se adequa as suas possibilidades. Há também a opção de financiamento direto com a construtora.

Quem pode financiar?

Qualquer pessoa com renda pode tentar realizar um financiamento, mesmo autônomos e trabalhadores informais, mas é preciso comprovar essa renda.  Com a comprovação de renda do comprador será possível ao banco verificar o valor do crédito e sua capacidade de pagamento, pois o valor das prestações não pode ser maior que 30% da renda familiar bruta.

Autônomos podem comprovar renda por meio de declaração do Imposto de Renda, contrato de prestação de serviços, declaração do sindicato da categoria, recibo de recebimento por trabalhos prestados ou uma Declaração Comprobatória de Recepção de Rendimentos (Decore), feita por contador.

Os trabalhadores rurais e informais, ou os que não possuem conta em banco serão informados pelos gerentes de cada banco quais são os documentos necessários de acordo com cada caso.

Negativo não pode.

O que você não pode é estar com dívidas e pendências com o Serasa ou no SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) ou com débitos relativos a Tributos Federais e Dívida Ativa da União. Se não houver problemas, o credito poderá ser liberado. Mesmo com o crédito liberado, o dinheiro só é entregue após o banco avaliar o imóvel e o contrato de venda ser registrado em cartório.

Documentos necessários:

Ao ir ao banco tenha em mãos originais e cópias do RG e CPF (se casado, do casal), comprovantes de estado civil e de renda (holerites, extratos bancários e declaração completa de imposto de renda do casal, se for o caso) ou os outros documentos citados.

Tipos de financiamento

Como já visto, existem duas formas de financiar um imóvel:

  1. Pelos bancos
  2. Direto com a construtora

Para financiamento pelos bancos você pode utilizar recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

Financiamentos pelo FGTS

O financiamento com a utilização de recursos do FGTS faz parte do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) é o mais utilizado no país e só pode ser utilizado para quem deseja comprar ou construir um imóvel residencial. O saldo do FGTS pode ser utilizado constituindo parte do pagamento ou pagamento do valor total do imóvel.

Para quem possui o saldo essa é a melhor opção. As taxas de juros cobradas nesse caso são as mais baixas, de 12%.

Condições:

  • Ter no mínimo três anos de trabalho sob o regime do FGTS (mesmo que em períodos ou empresas diferentes)
  • Não possuir nenhum financiamento ativo no Sistema Financeiro de Habitação (SFH)
  • Não poderá ser possuidor, nenhum tipo de imóvel residencial urbano no município e região de onde mora ou onde exerce seu trabalho principal
  • Há um limite máximo de valor que varia de acordo com as regiões do país

Financiamentos pelo SBPE 

Pelo SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) o financiamento pode ou não se enquadrar nas condições do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), depende do valor do imóvel e do financiamento a ser adquirido.

Quando o valor do imóvel financiado está nos limites do SFH, as taxas de juros também não passam de 12% ao ano. Quando o financiamento é realizado pelo SBPE, mas fora dos limites do SFH, as taxas de juros podem ultrapassar os 12%.

Viu como é simples? Agora é só juntar os documentos e ir atrás da casa própria dos sonhos!

CINCO BONS MOTIVOS PARA ADQUIRIR A CASA DOS SONHOS

Não é novidade que nove a cada dez pessoas sonha em ter uma casa própria. Ter a casa própria é sinônimo de tranquilidade. Sem ter a preocupação de ter onde morar ou, como diz o ditado, “onde cair morto”, pessoas e famílias lutam pela conquista de adquirir um imóvel e de sair do aluguel.

Essa cultura de adquirir a casa própria para os brasileiros é devido aos altos preços dos aluguéis associado ao desperdício de estar “jogando dinheiro fora”; e também da dificuldade em conseguir comprar um imóvel. Comprar a casa própria sempre foi um trabalho suado para a maioria dos brasileiros.

Mas se você está pensando em comprar uma casa ou apartamento próprio, e sair do aluguel, esse pode ser um bom momento. Devido à crise que o Brasil está passando, o mercado imobiliário espera uma queda nas vendas em 2016, o que pode fazer com que surjam boas oportunidades de negócios.

Confira CINCO razões para conquistar a casa própria e sair do aluguel:

1. Estabilidade: Nada dá mais tranquilidade do que a estabilidade de morar em lugar que é seu. Ter o seu próprio imóvel permite que você viva seguro, sem precisar se preocupar com o fim do contrato, reajuste do aluguel, falta de dinheiro e risco de ser despejado, sem ter para onde correr.

Em sua casa, as regras são suas. Quando o imóvel for seu, impostos e taxas serão estabelecidos e se alterar, será apenas pelo consumo.

2. Praticidade: Ter sua casa própria também garante praticidades no dia a dia, você adapta sua vida aos estabelecimentos ao seu redor. Não precisa ficar mudando os filhos de escolas, sabe onde ficam os mercados, as lojas e pode até tentar arrumar um emprego perto de casa, podendo ir embora almoçar, tendo mais qualidade de vida.

3. Adeus burocracias: Saindo do alguém você também pode dizer “adeus” às burocracias de morar em casa alugada, começando pelo trabalho de conseguir e de aprovar um fiador.

Conserto e reparos também passarão a depender só de você, sem a necessidade de entrar em contato com o proprietário ou com a imobiliária para verificar as possibilidades de atendimento, e esperando… Mesmo que você precise pagar, é para melhorar a sua própria casa e por isso já vale a pena.

4. Decoração com a sua cara: Sua casa é o lugar onde você deve se sentir a vontade, confortável, em casa mesmo! Quando o imóvel é alugado, nem sempre você se sente encorajado a investir em móveis novos, como planejados, por exemplo.  Mudar as paredes ou colocar papéis de paredes também nem sempre é permitido.

Já no apartamento, qualquer reforma é benfeitoria, tudo, além de deixar com a sua cara, faz o imóvel valer mais. Pisos de qualidade, armário nos banheiros, área de lazer na sacada, portas bonitas, enfim, tudo pode ser feito a sua maneira, sem receio de jogar dinheiro fora!

5. Investimento: Apesar da crise e da desvalorização, investir em um imóvel sempre será um bom investimento, pois poderá trazer retorno no futuro, e nunca haverá um apartamento desvalorizado o suficiente para ninguém querer alugar. Assim como você um dia precisou alugar, muitos outros também precisam! Esse imóvel poderá te trazer uma renda extra. Além do mais, com o mercado oscilante, é esperado que quando a crise passe, o preço dos imóveis valorize novamente.

 

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Até o próximo artigo !

Conheça 3 Passos que Facilitam a Escolha de seu Imóvel Ideal

Você já sentiu que escolher um imóvel para comprar,seja para uma mudança residencial ou apenas para fins de investimento, pode ser muito desgastante?

Há uma série de fatores que não podem ser deixados de lado. Mas vou lhe contar  3 passos que ajudarão você fazer essa escolha sem que isso consuma toda sua energia.

É essencial levar em consideração alguns aspectos, mas antes de pensar em localização, infra-estrutura, as condições do imóvel, há 3 fatores que fará você economizar tempo e evitar desgastes na procura do seu tão sonhado imóvel.

1.Qual é a primeira coisa que se deve fazer antes de comprar um imóvel?

Se você respondeu que é sair e pesquisar, não é o começo mais fácil. Depois de ver o imóvel dos sonhos, poucos se contentam com outra casa e a partir daí fica impossível evitar a comparação, mas algumas vezes o imóvel está fora de seu orçamento.

Antes de ir às compras, avalie qual valor você pode investir, considere todas as despesas adicionais envolvidas em uma compra, e defina seu orçamento para compra.

2.Quer comprar financiado ?

Se você pretende financiar a compra, procure fazer uma simulação de empréstimo para pagar sua casa nos bancos de sua preferência antes mesmo de começar a procurá-la. Essa simulação se chama crédito pré-aprovado, e muitos bancos fazem isso para você, sem cobrar nada.

Trata-se de uma forma simples de saber qual valor poderá dispor para compra do imóvel.

3.Você vai comprar ou investir ?

Mesmo que esteja procurando um imóvel para morar, procure ver a compra com olhos de investidor. Como assim? Não se fixe apenas aos detalhes que você quer, olhe mais longe e veja a potencialidade de valorização do imóvel, seja pela região, por algum comércio que está construindo próximo, ou outro potencial. Porque nunca sabemos quando podemos vender nossa casa.

Seguindo esses 3 passos, antes de iniciar sua procura:

  1. Definindo Orçamento
  2. Realizando Simulação de Financiamento
  3. Tendo olhos de Investidor

Você economiza tempo e não cria expectativas erradas na sua busca, o que te levará mais rápido ao imóvel do seu sonho.

Mas o que observar no imóvel para decidir pela compra ? Esse é assunto para nosso próximo artigo. Continue nos seguindo.

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